Malhadora Athletica - Chris Bilto

Quem sabe…

 


Eu nem vou pedir desculpa por estar ausente do blog há tanto tempo porque não tem desculpa. É a história de sempre: vida corrida, problemas do dia a dia, blábláblá. E isso não é desculpa. Ponto final. Já minha ausência da malhação… Aí, sim, eu tenho motivo – e não é desculpa. Por um problema de hormônios (ahhhhh, esses hormônios), tive que ficar longe da academia para meu metabolismo não acelerar e o médico achar a dose certa do remédio para tireoide. Enfim… Águas passadas, porque amanhã tô na área novamente.

E o mais legal é que agora há pouco fiquei sabendo de uma coisa que me incentivou a vir correndo até aqui pra escrever – e a madrugar amanhã pra malhar. “Chris, você caiu na prova do Quem Sabe deste ano. Tinha uma questao que perguntava o nome do seu blog”, disse a Fernanda Thot, gerente administrativa da unidade Shopping Morumbi da Cia Athletica. Fiquei mega feliz com isso – e também ao descobrir que a Fê, ao lado do Tom Rezende, da Anna Rozov e do Alvaro Olivan, vai representar nossa unidade na primeira fase da competição.

O Quem Sabe? é uma gincana cultural anual destinada aos colaboradores da rede Cia Athletica (este ano, quem ganhar fatura uma viagem para a Patagônia). Foi criada em 2008, com o objetivo de incentivar o público interno a se atualizar e estudar, o que reflete diretamente na qualidade dos serviços prestados aos alunos – eu falo que a Cia é uma academia diferenciada e só tem gente que cuida de gente… As provas abordam questões relacionadas à parte técnica da área de educação física, da própria rede de academias, dos programas e das atividades, além de conhecimentos gerais. Este ano, euzinha caí na prova. Não é o máximo?????? Tô me achando… ahahahahhahhahah!!!!

Mas é legal se sentir importante e querida – e é assim que eu me sinto quando estou na Cia. É um clima ótimo, gente bacana, professores incríveis… Dá gosto malhar! É aquela velha máxima: quem sabe… sabe!

Beijo, beijo, beijo.







Ócio: descanso ou preguiça?

 

É engraçado como a gente tem mania de achar que descansar é sinônimo de vagabundagem quando o assunto é malhação. Que nada: o descanso é fundamental – não só para evitar lesões, mas também para melhorar o rendimento nos exercícios. É verdade que, muitas vezes, quando penso em tirar um dia de folga do pedal, minha consciência pesa forte. E bota forte nisso. Daí acabo não tendo “coragem” de cabular a aula e me ferro, porque meu corpo não aguenta e depois fico mais dias sem malhar. Ou seja: saldo negativo.

Foi o que aconteceu no fim de semana passado. Na sexta, fui treinar cansada, me arrastando… Cheguei na academia já querendo que a aula terminasse logo, pra poder ir embora pra casa. Horrível isso, porque malhar não pode ter essa conotação de “tortura”. Pelo contrário: eu sempre chego na Cia Athletica no maior gás, pensando que o pedal vai ser maravilhoso. Portanto, essa percepção já era sinal de que meu corpo precisava de descanso. Porém, sabe como é: aquela história de consciência pesando, coisa e tal…

Pedalei na sexta quase morrendo, o professor Marcelo Fonseca até brincou comigo no final da aula dizendo que eu estava irreconhecível no pedal. Fiquei mais p. da vida ainda, porque tive certeza que girei, girei e não cheguei a lugar algum (ok, a bike não sai do lugar no ciclismo indoor, mas vocês entenderam o que eu quis dizer!). Resultado: me desgastei demais na sexta e acabei ficando sábado e domingo em casa, sem vontade de fazer nada, comendo, comendo e comendo muito. Ts, ts, ts…

Portanto, fica a lição: quando sentir que precisa de descanso, não leve em conta o sentido negativo dessa palavra (não tem jeito, ela lembra o indivíduo que vive à toa, não faz nada). Esqueça a rotina casa/trabalho/academia e dê um tempo para o seu corpo aliviar os momentos de tensão e relaxar – sem culpa, claro!

Beijo, beijo, beijo.







Cada um no seu quadrado

 

Gente do céu, o que foi esse final de semana? Quero deletar do calendário e também da minha vida. Pelamor! Foi só eu escrever aqui que o meu finde seria repleto de malhação (como sempre é!) que não rolou qualquer tipo de atividade física – nem uma caminhada, já que fiquei trancada em casa com o pequeno no sábado e também no domingo. Sai pra lá, pessoa uruquenta. Eu, hein? Trate de colocar zica na sua vida, não na minha… Afffffffffff.

Acredito muito nessas coisas de energia – e, com certeza, alguém da turma que não é do bem passou aqui, leu o post e jogou uma maldadezinha. Foi forte: além de não conseguir ter ido malhar, ainda comi um monte de besteiras (coisa que não fazia há meses), apareceu uma dor de garganta insuportável e recebi a notícia da morte do pai da Lucy Lopes, minha amiga de malhação. Ninguém merece! Mas já estou avisando: pode rogar praga em outra freguesia, porque aqui não rola ziquizira. Sai pra lá, vuduzão!

Sei que tem muitas pessoas que não estão nem aí pra esse lance de energia positiva e negativa, mas a ciência vem pesquisando há décadas a força da mente e das emoções, inclusive com testes em laboratório. Nesse rol está aquela que chamamos de energia psíquica ou psicoenergia, que pode ser gerada pela mente ou pelas emoções – positiva (produz efeitos bons), negativa (gera efeitos maléficos) ou simplesmente neutra.

A existência dessa energia foi demonstrada em experiências realizadas em universidades norte-americanas. Numa delas, algumas plantas foram objeto de ódio por um grupo de voluntários, enquanto outras recebiam vibrações de amor e carinho. As primeiras murcharam e algumas até morreram, ao passo que as que receberam pensamentos e sentimentos de amor ficaram cada vez mais exuberantes. Você acha que ainda é preciso provar alguma coisa?

Bom, chega de falar disso. Já foi, passou, bola pra frente. Se esse ser infeliz passar por aqui de novo, vai se encher de boas vibrações – no melhor estilo o feitiço virando contra o feiticeiro. Bora pedalar muito para tirar o atraso e manter a mente quieta, o coração tranquilo e o corpo são!

Beijo, beijo, beijo.







Sexta é dia de malhar, sim!

 

Sexta-feira é punk, aquele dia em que você está esgotada de tanto trabalhar a semana inteira. E não vê a hora de ir pra casa, colocar uma roupinha megaconfortável e ficar à toa no sofá vendo TV – tipo esse gato folgado aí da foto. Pois é, mas como nem sempre a vida é fácil… Bora malhar!

Aliás, malhar na sexta-feira tem uma grande vantagem: a academia está sempre mais vazia, tranquila, rola um sossego no vestiário – se você não gosta de agito, é um prato cheio. Afinal, para alguns a sexta é dia de balada, bebida à vontade, sem horário para voltar para casa – portanto, dia perfeito para cabular a malhação. Para outros, como eu, é um dia como outro qualquer para treinar. Afinal, se a gente não tiver um pouquinho de garra, determinação e seriedade… Não é?

Muita gente fica espantada com a minha dedicação aos exercícios, mas não tem segredo. Há algum tempo aprendi a fazer do meu treino um “trabalho” obrigatório, que deve ser cumprido da melhor forma possível. Sempre imagino que não posso faltar à academia da mesma forma que não mato o trampo. Pensa bem: às vezes não dá uma preguiça imensa de trabalhar e você acaba indo por livre e espontânea pressão? Pois é, às vezes também dá um preguiça imensa de malhar, mas… É a vida.

Um ótimo final de semana – o meu, como sempre, será repleto de malhação (mas esse assunto de treinar no finde fica para um próximo post). Beijo, beijo, beijo!







Minha perdição…

 

Sabe aquela história de que malhar tem lá suas compensações na hora de montar o prato? Pois bem, isso é fato, mas não funciona quando você está em busca de resultado. Não tem como escapar: para perder peso e reduzir medidas é preciso comer menos e gastar mais energia. E, para isso, além da malhação, é indispensável disciplina na dieta – leia-se nada de exceções. Lógico que a atividade física conta para fazer o ponteiro da balança despencar, mas de nada adianta se matar na academia se você não tiver força de vontade (e muita!) para controlar a alimentação.

E aí você vai perguntar: por que essa broa está aqui no seu post? Então, porque me dei o direito de comer uma ontem e outra hoje, depois de meses sem colocar essa gostosura na boca. Daí pensei em escrever a respeito disso. Tive que me privar dessa delícia que eu tanto amo para conseguir dar uma afinada – sem contar em ter passado toda a época de Natal sem colocar um pedaço de panetone na boca (e sou louca por panetone, chocotone e tudo quanto é tone). Mas aí, como o peso agora está “sob controle”… Comi duas. Ai, ai, ai.

No entanto, não vou mentir: o peso na consciência não está sob controle. Esse anda enorme, me atormentou o dia inteiro. E hoje sei que não posso ficar espantada se, na hora de me pesar, a balança acusar uns bons gramas a mais. Tenho consciência disso – e talvez essa seja a parte mais importante da história. Porque eu poderia ficar p. da vida, cabular a academia, atacar uma barra de chocolate pensando naquela velha máxima “já comi a broa mesmo, um chocolate a mais não vai fazer diferença”… Vai fazer diferença, sim – e muita! Aí entra o lance da consciência: eu vou malhar hoje de qualquer jeito (pedal caprichado, com garra e afinco) e ainda controlar bem o jantar. Afinal, lutei tanto para conseguir chegar até aqui… Duas broas não vão me derrubar.

Beijo, beijo, beijo!







Ela parece e… é!

 

Gente do céu, que delícia o fora que dei quinta-feira passada na academia. Olha essa: entrei no vestiário correndo como sempre, atrasada para o pedal. Aí joguei minha mala no banco e comecei a tirar os apetrechos: banquinho, sapatilha, macacão… Eis que viro para o lado e tem uma moça sentada observando o meu louco comportamento. Olhei bem pra ela e soltei: “Nossa, como você parece a Giselle Itié”. E ela respondeu em seguida: “Sou eu”. Ahaahhahaahahah. Nem eu me aguentei. E aí, em vez de rolar um constrangimento, acabamos batendo papo e dando risada.

Mas você deve estar se perguntando por que eu resolvi expor meu micão. Pois bem, vendo a Giselle Itié ali no vestiário, pronta para encarar a malhação, me veio aquela máxima de que mulher famosa e gostosa não leva a ginástica a sério. A turma do contra a-do-ra falar que as atrizes só vão à academia para aparecer e sair nas revistas de celebridades, que na real elas fazem lipo e tratamentos estéticos pra ficar com um corpão. Que nada, elas são gente como a gente: fecham a boca quando precisam, treinam firme e forte para ganhar curvinhas e curvões, brigam com o namorado, têm problemas com família, batem papo no vestiário… Ou seja: a vida deles é tão normal quanto a nossa.

Quer mais? No dia seguinte, sexta-feira, cruzei com a Giselle no vestiário novamente – no mesmo horário do dia anterior. Ela estava entrando e eu saindo. E as duas ali, em plena sexta à noite… Com certeza, em busca dos benefícios que só o mundo da malhação pode proporcionar…







Muito além da malhação

 

Gente do céu, como eu ando ausente… Pelamor, nem eu estou acreditando. Mas é aquela velha história: começo de ano, correria sem fim. Se bem que essa desculpinha já não funciona mais: no final do ano, é porque é final de ano; no começo, é porque as coisas estão entrando nos eixos… E por aí vai. O fato é que a vida da gente está cada vez mais louca e agitada. Ainda bem que estou ausente apenas do blog, a malhação está mais firme e forte do que nunca. Ufa!

E o legal disso tudo é que a malhação, na verdade, vai muito além da malhação. Como assim? Ué, ir para a Cia Athletica é muito mais do que fazer ginástica. E esse é o segredo do sucesso. Pensar que eu vou encontrar pessoas legais, rever amigos, fofocar e me distrair é o que mais me motiva a pegar o carro, enfrentar o trânsito louco de Sampa e atravessar a cidade para chegar até a Cia. Sim, porque eu levo uma hora do trampo até a porta da academia. Mas o esforço vale a pena.

Lógico que o corpitcho e a saúde agradecem todo esse esforço, mas o bacana é se sentir bem. A cabeça dá aquela arejada depois de um dia de trabalho insano. E os hormônios do bem (santa endorfina) proporcionam aquela sensação boa depois que a aula termina e chega a hora do banho. Aliás, o vestiário é um assunto à parte, mas isso eu deixo para um próximo post.

Beijo, beijo, beijo.







 

Gente, como esses dias estão corridos, pelamor! Final de ano é sempre assim: a gente quer fazer tudo o que não conseguiu fazer nos 340 dias anteriores – a gente e todo o mundo! Daí é trânsito infernal, shopping lotado, congestionamento de madrugada na avenida Paulista para olhar a decoração de Natal… Por isso andei sumida esses dias – sumida aqui no blog, porque na malhação tô firme e forte. Uma aula de bike atrás da outra – e uma melhor que a outra. Parece que meus professores queridos estão caprichando com a chegada do verão…

E, nesse capricho todo, montaram uma aula especial para sábado agora, dia 10 de dezembro. Eba! Adoro quando tem aula especial, dá um gás, é diferente, a galera se anima. No sábado, os professores Fabio Cunha e Marcelo Fonseca, com convidados, darão 1h30 de pedal direto. Que delícia! Não vejo a hora!

Se bem que, no meu caso, nem preciso de aula especial de bike pra me animar. Todo dia saio do pedal revigorada, com a sensação de nunca ter feito uma aula como aquela na vida! Na verdade, mérito dos professores, que conseguem criar um clima diferente a cada sessão. E eu entro mega no clima, pedalo concentrada, como se estivesse como a menina da foto -flutuando, nas nuvens. Esse é o grande barato do pedal…

Beijo, beijo, beijo. Até mais!







Dor de cabeça? Bora malhar!

 

Está vendo esse sujeito da foto? Pois bem, apesar de não ser médico nem ter receitado qualquer comprimido para a tremenda dor de cabeça que eu tava sentindo ontem, foi ele quem conseguiu que o incômodo fosse para o beleléu. Como esse japonês foi capaz de tal façanha? Com uma tremenda aula de spinning. Sim, foi só eu girar pedal com o professor Serginho Yamaguti que a dor de cabeça foi passando, passando… Ao final de 1 hora de pedal, ela sumiu!!!!!

Eu sei que muita gente vai achar que isso é loucura, mas o fato é que não é bem assim. Especialistas descobriram que a atividade física pode, sim, ser eficiente para amenizar crises de dor de cabeça. Assinado pelos neurologistas Luiz Paulo de Queiroz, da Universidade Federal de Santa Catarina, e Mario Peres, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), um estudo ouviu 3 848 pessoas escolhidas aleatoriamente, de ambos os sexos, com idade entre 18 e 79 anos, em todo o país. E descobriu que quem malha tem menos chance de apresentar o problema. A explicação está nos nossos neurônios. Os exercícios aumentam a produção de endorfinas, neurotransmissores que proporcionam bem-estar. Eles funcionam como uma morfina natural. Sacou por que minha dor de cabeça foi embora ontem em um piscar de olhos?

Portanto, da próxima vez que você estiver com a sensação de que sua cabeça está prestes a explodir… Já sabe! Levante da cadeira e vá se mexer. Pode acreditar: eu experimentei e deu muito certo.

Beijo, beijo, beijo. Amanhã tem mais!







O gostoso e difícil recomeço

 

É com imenso prazer e uma alegria fora do comum que o meu blog reestreia aqui no site da Cia Athletica. Gente, como eu tô feliz!!!! E como nada acontece por acaso… A reestreia vem no exato momento em que estou voltando à rotina de malhação, depois de pouco mais de um mês parada. Ou seja: recomeço total e absoluto. E, como a gente sabe, recomeçar é legal, mas não é fácil…

Voltar à rotina de malhação requer muita, muita força de vontade e determinação – é bem mais difícil retomar a atividade física do que começar. Afinal, quando a gente volta pra malhação depois de um tempo parada, vem aquela sensação de fracasso – porque, é lógico, um mês e pouco sem malhar significa quilos a mais na balança e músculos menos definidos. Quem está começando a fazer uma atividade física vai no embalo, colhe os resultados rapidamente e fica feliz. Já quem volta… O tempo parece uma eternidade! Uma semana passa e aquela barriga que há um mês não existia continua lá, firme e forte – e você com vontade de se matar por ter interrompido a rotina de malhação.

Lógico que ninguém para porque quer – no meu caso, o pequeno Brunno fez duas operações em menos de um mês e o nervosismo foi mais forte do que minha vontade de pedalar. Mas tudo bem, só o fato de ter voltado já dá aquela sensação de superação. E o mesmo eu estou sentindo com o blog – voltar à deliciosa rotina de escrever todos os dias também não é fácil, porém o fato de saber que vou poder ajudar um montão de gente a sair do sedentarismo e ter uma vida mais saudável me deixa com o ânimo nas alturas!!!!

Bora, galera! Daqui pra frente é só alegria. Beijo, beijo, beijo! Amanhã tem mais!







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